Edição nº 761 de 23 de Novembro de 2017

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Manuel Conde
Caro Dr. Acácio,
Parabéns. Este diário possui informação de elevado interesse e sempre atualizada. Se me permite, apenas, uma sugestão para passar a incluir uma rúbrica de desporto, de âmbito regional. Continue a escrever e a informar que eu vou continuar acompanhar com o maior interesse. Um forte abraço. Manuel Conde

Antonio S. Leitao
Se fala da praia do Trabule, oxalà ela nao seque por falta de água que podia ou devia ser "armazenada" a montante com a construção de outras levadas.

Antnio s. Leitao
Quem decidiu que os ex-combatentes depois de tanto sofrerem estavam condenados a fazer continencia para sempre? Ou engano-me? Obrigado. Cordialmente. A. Leitao

victor lopes
É filmado en Buenos Aires um documentario sobre a vida de Aristides de Sousa Mendes.
Arte&Cultura 15.10.16

"Aristides era um homem como qualquer outro simplesmente que num desses cruzamentos que nos sabe pôr a vida não reagiu como a maioria" começa-nos dizendo Victor Lopes,um argentino com nacionalidade portuguesa que confessa "assim como alguns portugueses me dão vergonha e pelo qual peço desculpa ao mundo inteiro, há também outros, como Aristides de Sousa Mendes que é o orgulho de um Portugal moderno e vigoroso que respeita os direitos humanos e rejeita qualquer tipo de autoritarismo e ditadura".
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Sousa Mendes é um dos quatro portugueses declarado "Justo entre as nações" por ter salvado milhares de pessoas perseguidas pelos nazis durante o holocausto, enquanto os argentinos filmam o documentário na cidade de Buenos Aires, o Presidente de Portugal Marcelo Rebelo de Sousa anuncia em Nova Iorque que vai condecorar a Aristides de Sousa Mendes com a "Grande Cruz da Ordem da Liberdade" e reconhece que "hoje lhe devemos a Aristides muito mais do que sabiamos até agora".
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"Não se é Santo por ser elegido pelos Deuses, senão que, se é elegido pelos Deuses por ser Santo". Repete Victor Lopes para significar a obra humanitária do Cônsul de Portugal em Burdeus que assinou 30000 visas em apenas sete dias desobedecendo ao ditador luso António de Oliveira Salazar, quando os nazis invadian França nos cruéis tempos de 1940, "Para Aristides tinha sido fácil desocupar com o exército ou a policia os jardins da Embaixada que nesse momento encheram-se de homens, mulheres e crianças perseguidos procurando un salvoconduto que os levara ao porto de Lisboa sem embargo Aristides não o fez....Sousa Mendes não chamou as tropas alemãs.... o que eu faria?....o que farias tu? o que fariam os nossos atuais Embaixadores de Portugal ao redor do mundo?".

É o eterno conflito gerado entre " o dever e a conciência que não sempre se põem de acordo" diz Lopes, enquanto nos faz lembrar daquele soldado da obra de Javier Cercas que pudendo matar a um Sanchez Mazas indefeso decidiu não o fazer durante a tragédia da Guerra Civil Espanhola

Portugal teve uma ditadura de mais de quarenta anos e desembaraçar a trama de complicidades com centos, milhares de profissionais e lideres formados na intolerância vai levar muito tempo como sabe suceder nos países que sofrimos os regimes autoritários apesar do esforço e a boa vontade que os atuais dirigentes e novas gerações democráticas realizam.

Levar ao ecrã do público americano a história de Sousa Mendes é um dos objetivos do realizador com uma equipe formada nas universidades Argentinas de cinema baixo a atenta olhada de Paula Fossatti e Ramiro Klement, junto aos atores Melissa Zwanck y Nahuel Vec, Lopes vai aportar "o seu grãozinho de areia" aos que já vêm realizando faz muito tempo em diversos lugares do mundo, familiares, amigos e ferventes seguidores da causa Sousa Mendes.

A estréia do documentário "Aristides um homem bom" está previsto para o fim do ano e se realizará no marco do Festival Internacional dos Direitos Humanos., embora Victor Lopes reconhece que pouco a pouco irá respondendo âs convocatórias que a diário lhe chegam já que a proposta causou boa recepção por tratar-se duma história práticamente desconhecida e que ainda desperta certa polémica nos setores mais conservadores da sociedade portuguesa.
https://www.youtube.com/watch?v=xCezJjLgpio

Leopoldina de Almeida Vicente
Uma das formas de resolução do problema da belicima praia Que a autarquia do Sátão fez, e aqui deixo desde já os meus parabéns, seria outras autarquias fazerem coisas idênticas e que são á muito reclamadas delas populações. Muitas das pessoas que se deslocam a essa belíssima praia se tivessem uma coisa igual ou idêntica na sua autarquia ficaria por lá.
O interior á muito que precisa de autarcas esclarecidos para que a vida das populações não seja só trabalho.

Celso Neto



CACETEIROS “À LA FRANÇAISE”
Por Celso Neto

Depois de vencerem os malvados boches
Os franceses estavam “programados” para ganhar
Pensavam que os Portugueses eram” peras doces”
Mas acabaram a chorar de cu pró ar…

Payet… caceteiro qualificado, especialista
Executou o plano que a França tinha em vista
Com uma entrada muito feia e muito violeta
Tirou o Nosso Ronaldo da “ementa”
Aquele “onze” nojento, caceteiro
Passou o jogo a distribuir “fruta” pelo campo inteiro!
Entradas duríssimas, a matar…
Era a “receita” para nos intimidar
Mas a bravura e a classe da seleção portuguesa
Respondeu com galhardia e firmeza…
Por favor, não me venham dizer
Que a cacetada do Payet foi sem querer!
A lição estava bem estudada
Para “arrumar” o Ronaldo e parecer que não foi nada!
O árbitro nem sequer falta marcou
Nem se apercebeu como ele o “cacetou” …
Mas mesmo sem auxílio de lupa
Vê-se bem a intenção do filho da puta!

Venceu o sofrimento e a humildade
De uma equipa coesa, com qualidade…
Pôs muitos energúmenos a roncar
E ninguém lhe conseguiu ganhar!
Depois de nos quererem afogar no défice
Queriam reduzir-nos à ínfima espécie…
O eixo franco alemão sofreu pesada derrota
O seu futebol foi à bancarrota!
Passam a vida a querer dar-nos lições
Mas no Desporto, metam travões
Porque nós é que somos os campeões!

“Merdilheiros” franceses e alemães
Nós somos pessoas, não somos cães!
Somos a Nação campeã
De corpo rijo e alma sã!
Não somos agiotas como vocês
Que comem à vez!
Sois reles canalha!
Nós somos gente que trabalha!
Encheis a algibeira
À custa de mão de obra estrangeira!
Lucrais a bom lucrar com a crise da Europa
Mas o desejo de mudança já se nota!

Viva Portuga, agora e sempre
O caminho é… em frente!
Temos o nosso mar, o nosso sol, o nosso clima
O nosso Património, muitos recursos e a nossa hospitalidade
Estamos muitos furos acima
Da vossa mediocridade!
Falta-nos dar o salto…
Mas eu defeco em vós, de muito alto!

Luís Carlos Sousa
Parabéns.
Interessante, muita informação atualizada.
Continua a escrever que eu vou continuar a consultar.
Um abraço

Cristina Rodrigues
Boa noite,
Acabei de ler que vão homenagear os combatentes do concelho de Sátão mortos em combates. Acho a iniciativa muito boa. Sabem me dizer se a placa com o nome de todos os mortos em combate é só com os nomes dos que estam sepultados no cemitério do Sátão ou é com os nomes de todos os filhos do concelho que perderam a vida em combate? Obrigada pela atenção. Cristina Rodrigues.

artur carlos
O Jornal está muito bom. .Cativa o leitor. Parabéns Doutor.

Paulo Simões
Caro Acácio Pinto: 100 Edições do Dão e Demo, merecem uma comemoração! Parabéns!
Abraço

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