Edição nº 781 de 13 de Dezembro de 2017

Reedições de dois livros dos séculos XVII e XVIII sobre a senhora da Lapa


2017-07-13

O reitor do santuário de nossa senhora da Lapa, padre José Alves de Amorim, anunciou através da página do facebook do santuário que “já se encontram disponíveis as reedições dos livros “História da Aparição e Milagres da Virgem da Lapa”, do padre António Leite (1639) e “Loreto Lusitano, Virgem Senhora da Lapa, do padre António Cordeiro (1719).”

E acrescentou que “os livros podem ser encomendados na secretaria do Santuário ou pela internet (de preferência registe-se na loja espanhola da editora LULU, para poder fazer os pagamentos em euros e minimizar custos de expedição. Atualmente a editora está a oferecer 20% de desconto na primeira compra de novos clientes, com o código WELCOME20):

- História da Aparição

- Loreto Lusitano

Deste modo, as duas monografias mais antigas do Santuário ficam, a partir de agora, disponíveis para os devotos da Senhora da Lapa, estudiosos e colecionadores de todo o mundo lusófono.

Esta iniciativa, que contou com os bons serviços que nos foram prestados pela Biblioteca Nacional, pretende contribuir para um melhor conhecimento historiográfico relativo ao Santuário da Lapa e, por essa via, concorrer para a sua dignificação no presente.”

Sobre estas mesmas edições Abel Estefânio Sousa Almeida, também ele um dedicado estudioso destas temáticas, acrescenta num comentário da página do facebook do santuário, que “sendo edições fac-similadas, permitem o contacto (nem sempre fácil, diga-se em abono da verdade) com o português antigo e a tipografia dos séculos XVII e XVIII. Veja-se, por exemplo, na capa do livro "História da Aparição", a grafia "apparic,am" ou então "composta", que aparece abreviada por "cõposta". Estes livros necessitam, naturalmente, de uma leitura mais demorada que o habitual, mas têm um sabor especial, que se perde quando se opta pela transcrição para o português atual. Aqui fica, pois, o convite para partir para uma viagem um pouco aventurosa ao passado do Santuário de Nossa Senhora da Lapa, sem os filtros ou artifícios, que se introduziram em épocas posteriores.”


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